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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Michel Jackson: O mito

Michael Jackson não era apenas um cantor de sucesso. Bailarino da mais alta categoria, coreógrafo, cantor e compositor.
O cara veio da mais pura raiz popular com fortíssima influência de James Brown e toda cultura afro-descendente norte-americana. Não criou esta forma de arte, inovou. Trouxe novos movimentos para a dança e os realizava como que tivesse nascido para isso. Sua desenvoltura para a dança era tão natural que sua música vivia em função de seus movimentos. O mais comum é a dança se adaptar ao ritmo, em Michael Jackson ocorre o contrário. Entre os grandes cantores de ponta, arrisco dizer que figurava no segundo time. Basta ver e ouvir o clipe de We are the world pela participação de Diana Ross ou uma simples improvisação vocal de Ed Mota. Seu grande diferencial em se tratando de performance artística era a tão badalada união da dança com o seu canto entusiástico e o brilho de sua energia vital. Mas, o seu ponto mais forte é a veia criadora mesmo. Não satisfeito com suas diversas novidades na dança, Michael criava canções. Assim como Fred Mercury que se firmou no Queen porque compunha, o grande Michael Jackson, homem do movimento e da expressão se estabeleceu no mercado devido suas criações. Ele não dependia de "fornecedores" de sucessos, simplesmente os criava. Não precisa assinar dez ou mais hits para ser grande. Basta um. Não conhecia esta figura, fiz uma pequena pesquisa e me rendi a sua versatilidade, ditando as regras da Disco Music, do Funk e todos os rumos da Black Music no seu país e no mundo. Um artista deste quilate não precisa ser lembrado por inovações em linguagem de vídeo clipes e outras coisas mais, apenas com sua arte. Parabéns Michael Jackson e vida longa a sua obra.

2 comentários:

Cláudia disse...

Nossa, Graciano, parabéns pelo seu texto sobre o Michael Jackson. Concordo plenamente. Adorei o seu blog, e o seu carinho por Uberlândia me comovem. Filho grato. Essa terra é mesmo muito fértil. Grande abraço, amigão. Felicidades!

deniscandido disse...

Com certeza, Graciano! Michael era realmente "o cara". Embora não conhecesse 100% de seu trabalho, na minha infância curti muito de seu "auge". A "dancinha" combinada com sua voz realmente era de encantar. Arrisco a dizer que poucos chegarão à metade do que foi ele, inclusive pelo seu patrimônio adquirido (rsrsrsrsrs). Mas é isso!!! Belo texto, bela pesquisa! Vamos acompanhar seu blog, será nossa futura fonte de pesquisa!
=D
Abraço

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